615livros

615 livros = 123 mochilas

Em imagens, 27 27UTC agosto 27UTC 2009 às 12:23

mochilas 

  1. impressionante ne!!!!!!!!!!
    isso ta muito estranho..deve ter rolado alguma especie de cumplicidade ou relaxamento do sistema de segurança!!

    mas vamos esperar
    enquanto isso, vamos refletir um pouco sobre nossa situaçao e ver o que leva pessoas a fazer esse tipo de ato!

  2. PEQUENA CARTA ABERTA A UM LADRÃO DE LIVROS

    É difícil começar esta carta dirigindo-me a você na condição de ladrão. Não dá para dizer “meu caro ladrão”. Nem mesmo “senhor ladrão” dá para chamá-lo. Não dá porque o ladrão não merece qualquer tratamento digno. Já basta o cinismo da prática de se chamar de “Vossa Excelência” contumazes surrupiadores do bem público. Pense no pior dos adjetivos. É como me dirigiria a você nesta “carta”.
    Quero apenas lhe dizer qual é o sentido de sua ação. O ladrão é um ser abjeto, erva daninha, desprezível por sua condição de parasita de seres humanos que buscam seu sustento através do trabalho. É covarde; é sempre covarde porque, fraco, se apóia na mentira ou no poder da arma letal. Ou, como você, no anonimato do furto. Se não for patológico, o ladrão merece desprezo total e as pragas bíblicas.
    O ladrão de livros-texto é o pior dos ladrões porque é burro: o livro acadêmico não lhe aufere bons lucros. Nunca havia ouvido falar de ladrão de livro acadêmico. Há casos de roubos domésticos, quando o gatuno leva aparelhos eletrônicos e outros bens de maior valor. Mas sempre os livros são deixados de lado porque não têm valor comercial. E não têm mesmo. Mas há sempre um burro para dar o exemplo.

    Parabéns idiota!

  3. Já não bastam o roubo recente de mapas na Biblioteca do Itamaraty ou o episódio do Portinari no MASP ano passado, agora vem essa triste história da ESDI… lamentável sob todos os aspectos. Além do descaso com o patrimônio público, o fato chama atenção para essas redes de interceptação de bens roubados com esquemas que podem envolver funcionários que, ou agem diretamente na rede ou fazem “vista grossa” para facilitar a ação dos ladrões. É mais um caso para uma polícia especializada, que deveria, com inteligência, desbaratar essas máfias, partindo, especialmente, da ponta mais visível desse infeliz iceberg, ou seja, a da venda final ao público.

  4. APoiamos!!!
    Repassando para UERJ – Maracanã.

  5. Os títulos roubados serão repostos de que maneira? Por meio de doações? Se for, seria interessante conseguir os nomes e autores dos livros roubados e postar aqui. Eu ficaria feliz em fazer alguma doação! Sou aluno do recém nascido curso de design da FAU USP, e sei da importância da ESDI, portanto, me sinto na obrigação de ajudar.
    Abraços!

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